TESTEMUNHOS DOS PARTICIPANTES

2018_CATARINA BARROS

Fui à procura de Teatro e encontrei um grupo que a cada ensaio se aproxima de uma família.

Sinto intimidade, “O que acontece na Tribo fica na Tribo”. Acho que não é mesmo uma regra, mas o que acontece é tão importante e pessoal, que não me parece algo para se descrever ou contar. É para viver! Viver no momento e menos na memória.

Parece que é a primeira vez que fui atrás de uma paixão daquelas que são parte de nós, mas muitas vezes se perdem do nosso caminho se não as explorarmos. Tomei esta iniciativa tão pessoal e encontrei este projeto coletivo, que me foi apresentado como um teatro baseado na “proximidade com a verdade de cada um”.

 


2017_ JULIANA MUXAGATA

Até agora a minha experiência n'A Tribo tem sido muito positiva.

Gosto muito do formato dos ensaios, os exercícios estão bem construídos e bem interligados.

Consigo entender a importância de cada exercício, tanto para a construção da peça, como do trabalho de grupo, como o desenvolvimento de técnicas para se estar em palco como o nosso próprio trabalho interior.

Saio sempre dos ensaios com a sensação de estar mais rica em diferentes conteúdos principalmente no que diz respeito ao meu desenvolvimento pessoal.

 


2015_BIANCA TOLEDO

Esta é uma viagem só com bilhete de ida, é daquelas viagens que não sabemos quando termina, mas também não estamos preocupados, nem a pensar no seu fim, deixa-mo-nos levar pela magia dos momentos. É uma viagem de aprendizagens e de enriquecimento pessoal e colectivo.

É uma caminhada longa, cheia de trabalho, esforço, dedicação, muita concentração e força de vontade. Na TRIBO produzimos magia, produzimos amor e arte.

Quando a mim, sinto me muito orgulhosa de poder fazer parte deste grupo, poder contribuir para o nascimento da arte e poder distribuir felicidade nos corações de cada um dos elementos deste grande grupo. A TRIBO despertou em mim um lado desconhecido, um lado mais leve, com menos preocupações, com mais responsabilidades.

Foi também com A TRIBO que eu descobri o sentido da palavra liberdade: sim, eu na tribo sou eu mesma, eu sou livre, eu ando com os pés descalços.

 


2014_TIAGO PEREIRA

A minha entrada para A Tribo foi muito repentina. Quantas mais vezes eu ia aos ensaios, melhor me sentia com as pessoas que me rodeavam, estava a adorar estar ali, e ali eu podia encontrar o tal amor e carinho de que eles tanto falavam. Praticamente todas as semanas a minha família comentava que eu andava mais feliz, mas eu negava apesar de saber que era verdade. Passaram-se meses e chegámos ao dia do Espectáculo. Foi nesse dia que eu finalmente percebi, o que tinha feito naqueles meses todos para trás: ganhei o meu pequeno império de amizades criado a partir da sexta-feira em que decidi entrar para este pequeno mas grande grupo.

 


2014_MÁRCIA REIS

N’ A TRIBO cresci. Cresci como pessoa. Desenvolvi capacidades e sobretudo, aprendi a ser mais livre. Livre de mim própria. Permitiu-me abrir portas, que nem sabia poderem existir. Sair pela janela e pular. Gritar. Saltar. Voar. Escrever. Fechar os olhos. Sorrir. Abraçar. Amar. Partilhar. Viajar… sei lá, tanta coisa boa! Experiências únicas, que me influenciaram por um lado positivo de tal modo, que me levou a mudar parte da forma de como levava a vida! Viver em grupo.

Ali, não sei… conheci uma nova versão de mim mesma. Ou melhor… soltei parte de mim que se afugentava perante a luz do dia!

 


2014_JOSÉ TOMAZ

A TRIBO é um grupo de teatro, muito enriquecedor e confortável nas nossas sextas-feiras “santas” pois permite-nos reflectir, espairecer e experimentar diversas vertentes artísticas, somos nós próprios e ao mesmo tempo transmitimos conhecimentos, brincadeiras, e fazemos amizades. Esta construção de teatro com bocados de cada um permite-nos ter uma maior intimidade para com o público e entre nós próprios, e com o próprio espectáculo. A experiência de estar em palco com pedaços nossos dá-nos uma confiança e segurança extremamente positiva. Esta sensação de pertencer a um grupo, a uma família faz de nós artistas e pessoas com uma visão diferente de um contexto por vezes estandardizado.